Escrevo uma carta,
com tinta de lágrimas, sangue e suor,
que a sinceridade não descarta,
e banhada em amor.
É assim que me inspiro dia-a-dia,
ao olhar para mim, te vejo,
assim com um sorriso de alegria,
porque és tudo o que desejo.
Deito sobre a mesa castanha,
que suja e partida,
mostra o que sou, esta façanha,
que de mim se sente perdida.
É sobre os joelhos que escrevo o fim,
com beijinhos e abraços,
me despeço de mim,
e digo-te amo-te perdido em embaraços.