Sons de pedra, com ouvidos
São ecos dos nossos males
Que correm desenfreados
Por entre montes e vales
No vento, se ouve o barulho
Por onde andamos passo a passo
Por entre os pingos da chuva
Que nos caem, no regaço
É o silêncio, que os passos
Ruidosamente lhes deixam
Não escondendo a tristeza
Das portas, que se lhes fecham...
Mário Margaride
Adoro a poesia. E tal como um pássaro, voo nas asas das palavras, no patamar do meu sentir, e das minhas emoções.