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Poemas
:
Igualdade após da morte
Por quê
Tanta arrogância?
Por quê
Tanta ganância?
As sobras
Nunca recusam
A mão que lhes acolhe,
A mão de quem nada tem
Nas fartas mesas,
As sobras têm seu cemitério;
A lixeira
Ao invés das mãos ao vento
Por quê tanta insolência?!
Só que
Antes de tudo,
Tudo gira a volta da bengala
Chegado o dia,
Tudo aqui ficará
E as covas serão gêmeas,
Gêmeas que não rejeitarão teu e meu corpo
E no escuro das novas moradias,
Só reinará o silêncio
Que não derramará nenhuma lágrima
No velórios dos inertes corpos,
Entregues aos vorazes vermes
Adelino Gomes nhaca
Adelino Gomes
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Upanhaca
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30/12/2023 15:52:43
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Enviado por
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Upanhaca
Publicado:
30/12/2023 15:55
Atualizado:
30/12/2023 15:55
Usuário desde:
21/01/2015
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Re: Somos todos iguais após da morte
Após da morte,
Acabam todas as diferenças (…)
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