Enviado por | Tópico |
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Hisalena | Publicado: 06/05/2008 22:23 Atualizado: 06/05/2008 22:23 |
Membro de honra
![]() ![]() Usuário desde: 30/09/2007
Localidade: Leiria
Mensagens: 735
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![]() Ás vezes, por estranho que pareça, sentimos saudades de algo que nunca foi nosso, que nunca vivemos, que nunca tivemos... outras não conseguimos sentir saudade de algo que fez parte da nossa vida. Cá por mim se há saudade é porque valeu a pena, pensar ou simplesmente sonhar com algo, mas se não existe saudade é porque nunca valeu a pena.
Muito bonito. |
Enviado por | Tópico |
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Carlos Ricardo | Publicado: 06/05/2008 23:08 Atualizado: 06/05/2008 23:08 |
Colaborador
![]() ![]() Usuário desde: 28/12/2007
Localidade: Penafiel
Mensagens: 1801
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![]() Ai Mel, Mel,
quanta beleza contida ou incontida, sei lá, no teu poema?! Autorize que destaque estes, tanto ou mais singulares que os outros: «no cais onde t’aguardo desnuda de vestes outras que não aquelas que me deste um dia rouca e já muda de gritar teu nome olho a vastidão do mar e sinto que não partiste se nunca sequer aqui estiveste». Parabéns! Beijo |
Enviado por | Tópico |
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Mel de Carvalho | Publicado: 07/05/2008 20:46 Atualizado: 07/05/2008 20:46 |
Colaborador
![]() ![]() Usuário desde: 03/03/2007
Localidade: Lisboa/Peniche
Mensagens: 1562
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![]() Bom encontrar eco das minhas palavras em vós, amigos e poetas.
Fraterno abraço, gratíssima, Mel |
Enviado por | Tópico |
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Marlene | Publicado: 11/05/2008 17:34 Atualizado: 11/05/2008 17:34 |
Da casa!
![]() ![]() Usuário desde: 08/05/2008
Localidade: Lisboa
Mensagens: 260
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![]() Muito bonito este poema. Mostra uma grande sensibilidade e conhecimento. Adorei a referência à biblioteca de Alexandria.
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