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já não consigo conviver com essas pessoas
que não foram chamadas mas estão por dentro de mim
sufocando meus espaços.
amo-as todas mas só as preferidas deixo soltas por aí
que delas, todos gostam
as preteridas ficam inibidas mas
alimento-as às escondidas. lá fora
seriam personas non gratas.
todos os dias mais uma chega com modos e manias
carregando rol de conhecimentos
quando já não há vagas
nem vãos para poder alojá-las
a paz tem uma janela pedindo um salto
mas se fico livre todas morrem,
se as empurro, quem morre sou eu.
Aquela mania de escrever qualquer coisa que escorrega do pensamento.
