Um relâmpago trincou a solidão noturna, As luzes do apartamento piscaram Em câmara lenta e desabou a tempestade. A chuva bateu na minha janela Pedindo socorro.
Pela vidraça embaçada Vejo as luzes da iluminação pública Como grandes borrões impressionistas.
Uma grande tristeza invade a minha alma E, talvez, eu escreva um prelúdio em tom menor para não sofrer muito...
leio-te com o meu olhar plagiando o seu, trespassando a vidraça da janela. e ao invés de tristeza sinto alegria. é sempre um prazer dos 'mais grandes' viver a sua poesia, meu amigo e poeta João. deixo-te com o 'Noturno' de Villa Lobos.
'Homenagem à Chopin - 1. Noturno' aquele abração caRIOca. zésilveiras
Querido poeta JSilveira - com saudades agradeço seu comentário me presenteando esse NOTURNO arrepiante do Vila Lobos. Um abraço saudoso e muita saúde. JBMendes
Um belo poema de reverência à natureza! A importância dela é vital.Talvez,hoje,os homens não compreendam porque as chuvas que caem são tão trágicas.Mas,não sabem ou nã querem saber que eles próprios estão desejando acabar com tudo.Aí,surge o poeta e com seu olhar mágico e divino,nos transmite a beleza da chuva, da que esta dentro de nós e da que cai,molhando-nos.