Não sei ser senão uma folha que o vento atirou para longe, não sei ser senão um caminho que só não escolhe quem de mim foge e eu não sei o que sou, já não sei nada apenas sei que me sinto apavorada ao balançar com os braços atados no tempo. Eu não sei balançar no tempo ou nesta corda-bamba que é a vida e resta-me então chorar ou fingir-me perdida, quem sabe alguém me encontre antes que o céu caia sobre a minha cabeça.
Aprendi com o vagar calmo e sereno do balançar do tempo que se pode ter tudo num momento que pode ser maior que a própria vida.
. façam de conta que eu não estive cá .