A melancolia,
essa
quebra-se na mão
com a mesma lágrima,
colhida no mesmo rio de lajes,
em barcos velozes
colho este sol lúcido
que prendo ao sonho.
No clamor da idade
as manhãs são o refúgio
das lembranças.
Nada atropela
o voo diurno
desta gota de sal
sem hálito,
que devora o meu sangue
num rumor angular,
dum musgo sem história!