Qual Ashaverus vivo eternamente!
No curto tempo que a mim foi dado.
Cada segundo que passa apressado,
Sinto o tempo passando lentamente.
Passam-se assim na minha memória,
Todos os fatos ocorridos no passado,
No presente e no futuro não revelado!
Como se fosse em um filme a história.
E vejo que muito pouco neste mundo,
Mudou, muda ou no futuro mudará.
E a minha eternidade findará quando,
A fria morte chegar. Mas o desalento,
Como fantasma pelos tempos vagará...
Triste espectro deste nosso sofrimento!
Pedro Paulo da Gama Bentes