Enviado por | Tópico |
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visitante | Publicado: 02/06/2010 21:22 Atualizado: 02/06/2010 21:22 |
![]() gostei deste panico muito bem escrito
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Enviado por | Tópico |
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jaber | Publicado: 02/06/2010 21:26 Atualizado: 02/06/2010 21:26 |
Membro de honra
![]() ![]() Usuário desde: 24/07/2008
Localidade: Braga
Mensagens: 2780
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![]() ...o barco está de saida
adeus ò cais de alfama... Beijo nesse Mar |
Enviado por | Tópico |
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visitante | Publicado: 02/06/2010 21:29 Atualizado: 02/06/2010 21:29 |
![]() Minha querida curvo-me aos teus versos!
PARABÉNS! beijos meus! |
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Enviado por | Tópico |
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visitante | Publicado: 02/06/2010 21:31 Atualizado: 02/06/2010 21:31 |
![]() Em tempo: adorei tua frase:"TENHO FOME DE SILENCIOS...."
(transcendental) |
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Enviado por | Tópico |
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Runa | Publicado: 02/06/2010 21:49 Atualizado: 02/06/2010 21:49 |
Colaborador
![]() ![]() Usuário desde: 24/04/2010
Localidade: Santo Antonio Cavaleiros
Mensagens: 1174
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![]() Excelente, a maneira como consegues manipular as palavras e os sentimentos. Chego ao fim da leitura e fico com fome de mais. Este, vou adicionar aos meus favoritos. Parabéns, gostei imenso.
Beijos |
Enviado por | Tópico |
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visitante | Publicado: 02/06/2010 22:13 Atualizado: 02/06/2010 22:13 |
![]() Como sempre sublime a fome dos silêncios verbalizados como que diz adeus.
nuno |
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Enviado por | Tópico |
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Margarete | Publicado: 02/06/2010 22:14 Atualizado: 02/06/2010 22:14 |
Colaborador
![]() ![]() Usuário desde: 10/02/2007
Localidade: braga.
Mensagens: 1199
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![]() "Nos teus ouvidos isto explode
de amor, palavra ampola sob os astros funcionando Abril á boca das cidades, dos imperturbáveis muros aos quais as crianças que de cristais nos punhos acontecem passam, seus chapéus brevíssimos, os indícios de nada, o modo de ler, de acender um texto de amor nos ouvidos, isto explode e entra nesta página o mar da minha infância, meigo no modo de lembrá-lo, lê-lo, de acender de carícias um texto na memória. De astros as ruas eram cheias que os cuspiam hoje na minha mãe de outrora, nas crianças de água, nos pensamentos nenhuns que eu punha em seus joelhos a que os astros acorriam, minha mãe que arranco ao sono, ás areias virgens das palavras, que amanhecido eu gero, as mãos tão de repente em pânico nos muros." de luís miguel nava lembrei-me deste poema ao reler o meu. excelente poeta que o xavier me relembrou esta noite. boa leitura. |
Enviado por | Tópico |
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RoqueSilveira | Publicado: 02/06/2010 22:20 Atualizado: 02/06/2010 22:20 |
Membro de honra
![]() ![]() Usuário desde: 31/03/2008
Localidade: Braga
Mensagens: 8112
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![]() gosto desta ideia sempre em movimento pelo equilibrio ou desequilibrio do desconhecido.
beijo |
Enviado por | Tópico |
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Moreno | Publicado: 02/06/2010 22:23 Atualizado: 02/06/2010 22:23 |
Colaborador
![]() ![]() Usuário desde: 09/01/2009
Localidade:
Mensagens: 3482
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![]() escreves os sentimentos com uma fome impressionante.
um beijo |
Enviado por | Tópico |
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Alexis | Publicado: 02/06/2010 22:54 Atualizado: 02/06/2010 22:54 |
Colaborador
![]() ![]() Usuário desde: 29/10/2008
Localidade: guimarães
Mensagens: 7238
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![]() nem preciso de te dizer nada.ambas sabemos.
abraço,mar. alex |