Enviado por | Tópico |
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Betha Mendonça | Publicado: 20/02/2010 21:48 Atualizado: 20/02/2010 21:48 |
Colaborador
![]() ![]() Usuário desde: 30/06/2009
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Mensagens: 6700
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![]() Essas sensações desencontradas e cheias de significados, lembraram-me as narrativas das minhas memórias.Muito bom!
Bjins, Betha. |
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Enviado por | Tópico |
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Alexis | Publicado: 20/02/2010 21:50 Atualizado: 20/02/2010 21:50 |
Colaborador
![]() ![]() Usuário desde: 29/10/2008
Localidade: guimarães
Mensagens: 7238
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![]() um poema de cariz introspectivo onde o sujeito poético lança um olhar especial sobre si próprio e os seus vários "alter-egos".gostei especialmente do final:"Vejo-me agora de cima com um sorriso cínico,
eu vejo mas o meu corpo não sabe". muito bom,na minha modesta opinião...gostei de te ler,como é habitual. beijo alex |
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Enviado por | Tópico |
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eduardas | Publicado: 20/02/2010 21:52 Atualizado: 20/02/2010 21:52 |
Colaborador
![]() ![]() Usuário desde: 19/10/2008
Localidade: Lisboa
Mensagens: 3731
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![]() e assim se instala a insanidade.
bj Eduarda |
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Enviado por | Tópico |
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Marília_Silveira | Publicado: 20/02/2010 22:13 Atualizado: 20/02/2010 22:13 |
Participativo
![]() ![]() Usuário desde: 27/01/2010
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Mensagens: 19
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![]() Muito rico de emoções. Gosto muito desta ideia de dualidade, mas ao mesmo tempo da consciência plena da sua existência e importância. Bela e sublime esta forma de falar dos afectos que nos habitam. Estão presentes em todos nós afinal.
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