Vi-te vencer sob os ventos de mudança
Os teus sonhos foram sublimes fantasias
Os anseios, foram os de uma geração que avança
A quimera é criança que recordo, asas abertas
Assim a vida fez das suas, águas brotadas
Caminhaste sob elas em rodopio, asas brancas
De uma pomba que varre o céu, escasseiam as palavras
Que exprimam o que sinto, horas amargas
São aquelas em que vimos partir, todos aqueles
Que trilharam os nossos caminhos, assim a vida
É cruel quando trás a morte e a cicatriz
Que fica em todos nós que te recordamos através
Da imagem de homem livre, os teus amigos
Chorarão para sempre, negra saudade….
Antónia Ruivo
Era tão fácil a poesia evoluir, era deixa-la solta pelas valetas onde os cantoneiros a pudessem podar, sachar, dilacerar, sem que o poeta ficasse susceptibilizado.
Duas caras da mesma moeda:
Poetamaldito e seu apêndice ´´Zulmira´´
Julia_Soares u...
Quando a vida faz das suas e ceifa a vida de alguém que nos é querido, percebemos a nossa insignificância.
Poema dedicado a alguém que assim como eu assim como muitos fez de Montemor a sua bandeira,João Pais.
